Em relação a pesquisa do Ibope, contratada pela TV Globo e O Estado de S. Paulo. O Ibope fez o seguinte esclarecimento:
“Como informado no último dia (04/09), na pesquisa de intenção de votos realizada entre os dia 1 e 3 de setembro, para seguir as decisões decorrentes do indeferimento da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva, que proibiram, entre outras coisas, que o ex-presidente participasse, como candidato, de atos de campanha, o IBOPE Inteligência deixou de aplicar o questionário em que o nome de Lula aparecia como postulante ao cargo de presidente da República, como constava do registo da pesquisa feito no TSE. O instituto pesquisou apenas o cenário em que o nome de Fernando Haddad, candidato a vice-presidente pelo PT, aparecia juntamente com os candidatos que pediram registro. O IBOPE Inteligência indagou ao TSE se este procedimento estava correto. Em sua decisão de hoje, o ministro Luiz Felipe Salomão explicou que, segundo a lei, o TSE está impedido de responder a consultas como essa durante o período eleitoral. Diante disso, e convicto de que agiu de boa fé e dentro da lei, e, ainda, no intuito de não privar o eleitor de informações relevantes sobre a situação atual das intenções de voto na eleição presidencial, o IBOPE Inteligência, decidiu liberar os resultados da pesquisa para divulgação, decisão que contou com o apoio dos contratantes TV Globo e O Estado de S. Paulo.”
A pesquisa registrou uma alteração no cenário, pela primeira vez, Ciro Gomes (PDT), aparece em segundo lugar ao lado de Marina Silva (Rede). Essa foi a primeira pesquisa realizada, após a rodada de entrevistas no Jornal Nacional da Rede Globo e após o início do horário eleitoral gratuito no rádio e na TV.
O segundo levantamento realizado pelo IBOPE Inteligência por encomenda da TV Globo e do Jornal O Estado de São Paulo a respeito da sucessão presidencial, realizada entre os dias 01 e 03 de setembro, traz os resultados do cenário em que Fernando Haddad figura como candidato petista, dada a decisão do TSE de 31 de agosto de indeferir a candidatura do ex-presidente Lula. Foram realizadas entrevistas com 2002 votantes.
Jair Bolsonaro, do PSL, que tinha 20% na primeira rodada, oscila positivamente dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e tem hoje 22%; Marina Silva (REDE) segue com 12% das intenções de voto, mesmo percentual do pedetista Ciro Gomes, que cresce 3 pontos, (antes tinha 9%). O peessedebista Geraldo Alckmin também tem oscilação positiva de 2 pontos e vai de 7% para 9%; mesma variação apresentada por Fernando Haddad, que tinha 4% e hoje tem 6% e de João Amoêdo, do NOVO, que vai de 1% para 3% das menções. O candidato Alvaro Dias (PODE) segue com 3% das intenções de voto; Henrique Meirelles (MDB) oscila de 1% para 2% das citações. Os candidatos Guilherme Boulos, do PSOL, Vera (PSTU) e João Goulart Filho (PPL) mantêm 1% das intenções de voto. Eymael (DC) e Cabo Daciolo (PATRI), que tinham 1% na primeira rodada, são mencionados, mas não alcançam esse percentual no atual levantamento. Brancos e nulos caem de 29% para 21% e os entrevistados que não sabem ou não respondem oscilam negativamente de 9% para 7%.







