Segundo Caine, a operação envolveu o emprego de cerca de 150 aeronaves distribuídas por todo o hemisfério, numa das descrições mais detalhadas já apresentadas pelo governo americano desde o início da ação. O general ressaltou que o planejamento se baseou em décadas de experiência das Forças Armadas dos EUA no combate ao terrorismo no Oriente Médio, no Sudoeste Asiático e na África.
Neutralização das defesas e entrada em Caracas
De acordo com o chefe do Estado-Maior, aviões de guerra americanos desmantelaram as defesas aéreas venezuelanas, abrindo caminho para a entrada de helicópteros militares em Caracas. Durante a operação, uma das aeronaves dos EUA foi atingida, mas manteve condições de voo, conforme relatado por Caine.
Retirada de Maduro e resistência no trajeto
O general afirmou ainda que uma segunda equipe de helicópteros foi mobilizada especificamente para retirar Maduro e sua esposa do país. Segundo ele, houve resistência por parte das forças venezuelanas durante o deslocamento, mas a missão foi concluída com sucesso.
Caine informou que toda a operação durou cerca de duas horas e vinte minutos, do início das ações aéreas até a saída do alvo do território venezuelano.
Contexto e repercussão
As revelações reforçam a magnitude da operação americana e indicam um nível elevado de coordenação interagências, uma vez que a missão teria sido solicitada pelo Departamento de Justiça dos EUA. O caso segue repercutindo no cenário internacional, enquanto governos e organismos multilaterais aguardam novos esclarecimentos oficiais.
(Com informações do The New York Times)





