A rara leitora e o raro leitor podem divergir de alguns nomes chamados pelo vitorioso treinador, achar que certos veteranos não deveriam ter lugar no elenco etc. e tal.
Ao diplomaticamente telefonar para Neymar, de resto ainda o maior nome entre os jogadores brasileiros em atividade, ou quase, Ancelotti revelou-se educado e hábil.
Vai que por desses milagres da natureza o santista volta a jogar em alto nível. Como deixá-lo fora?
Ainda mais por se tratar de alguém tão querido pelos companheiros, chamado de “presidente” pela turma.
A convocação para os jogos contra o Equador, em Guayaquil, porque generosamente a seleção foi poupada da altitude de Quito em 5 de junho, e o Paraguai, em Itaquera, chamou mais atenção pela ausência de Neymar que pela presença de Casemiro.
O primeiro era dado como certo por muita gente e o segundo como carta definitivamente fora do baralho.
Só que o primeiro não joga desde a Copa no Qatar e o segundo voltou a jogar bem no Manchester United, além de ser da absoluta confiança do técnico desde os bons tempos do brasileiro no Real Madrid.
Ao ver a apresentação de Ancelotti com pompa, circunstância e breguice, ficou impossível esquecer da triste figura de Ednaldo Rodrigues, alijado da cerimônia.
(Foto: reprodução)






