Uma queda de energia causada por uma falha em um disjuntor na subestação do Xingu, no Estado do Pará, afetou cerca de 70 milhões de pessoas em vários estados da federação. A informação foi divulgada na noite desta quarta-feira (21/03), pelo diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Eduardo Barata Ferreira.
Em Nova Russas, a falta de energia geral revela as fragilidades da gestão do prefeito Rafael Pedrosa. Primeiro porque o Hospital Municipal José Gonçalves Rosa (HMJGR), não dispõe de um gerador, para ser acionado em caso de emergência como a falta de energia ocasionada nesta quarta-feira (21/03).
Mesmo que o hospital não disponha de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em que os aparelhos não podem ser desligados e o Centro Cirúrgico esteja completamente desativado, uma vez que o município não está realizando cirurgias eletivas, até mesmo “cesarianas” estão sendo realizados em outros municípios, existe uma necessidade urgente da instalação do equipamento nesta unidade de saúde.
Um hospital sem gerador, com a falta de energia elétrica prolongada causa uma série de problemas. Crianças e idosos expostos ao calor, pessoas sendo medicadas a luz de lanternas, celulares e velas, neste último caso, o problema se agrava, visto que as velas expostas próximas a cilindros de oxigênio e outros materiais combustíveis podem causar problemas ainda maiores. Uma mulher em trabalho de parto normal também será prejudicada. Um gerador tem grande valor e não custa caro para uma prefeitura, principalmente se a gestão cuida bem e zela pela saúde do município.
O apagão de ontem (21/03), também revelou que a alta taxa de iluminação pública paga pelos usuários de Nova Russas não tem servido para manutenção e reposição das lâmpadas em praças públicas e avenidas. No bairro Progresso, metade das lâmpdas estão apagadas, mesmo depois do fim do apagão.
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