A declaração ocorreu durante agenda ao lado de João Campos, em meio a uma série de articulações políticas que reforçam o protagonismo do prefeito no interior pernambucano.
“A gente já pegou o mapa do Brasil e tem muito jogo pra fazer dentro da política”, afirmou Rueda, sinalizando que o apoio faz parte de um alinhamento nacional mais amplo que pode influenciar a formação de palanques em diversos estados.
Repercussão no Ceará: União Progressista deve ser comandada por Moses Rodrigues
O movimento também teve impacto imediato no Ceará, onde a federação União Progressista; formada por União Brasil e Progressistas (PP), passa por reorganização interna. Cresce nos bastidores da política local a possibilidade do deputado federal Moses Rodrigues (União Brasil) assumir o comando da sigla no Ceará.
O próprio governador Elmano de Freitas (PT) já mencionou publicamente a possibilidade de Moses liderar a federação, o que ampliou as discussões internas e gerou reação no bloco de oposição.
Uma fonte ligada ao bloco de oposição disse não acreditar plenamente que Moses assuma o comando, mas também não descartou a hipótese, deixando claro que o cenário político é nebuloso e cheio de nuances que mudam de acordo com o humor de Brasília, deiando tudo em aberto.
Composição da direção no Ceará
De acordo com o estatuto da federação, a distribuição dos cargos na direção estadual será a seguinte: União Brasil: 5 titulares + 2 suplentes e Progressistas (PP): 2 titulares + 2 suplentes
A composição evidencia a predominância do União Brasil na estrutura estadual da federação, reforçando politicamente eventual liderança de Moses Rodrigues.

Articulação nacional e reflexos regionais
O gesto de Antônio de Rueda em Pernambuco não é isolado. A Federação União Progressista começa a se posicionar para a montagem de palanques competitivos para 2026, buscando protagonismo em estados estratégicos. O apoio a João Campos mostra que a federação pretende atuar de forma coordenada nacionalmente; e o Ceará está dentro desse cenário.





