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Governantes estão em alerta e temem onda de protestos

A ala mais moderada do País temem uma onda de protestos de direita e esquerda e o perigo de conflitos envolvendo as duas frentes.

No Nordeste governantes trabalham para garantir o 13º do funcionalismo em meio ao aperto fiscal para evitar mobilizações. Em outra frente, a equipe econômica é pressionada a suavizar a reforma administrativa. Em São Paulo, as cúpulas das polícias Civil e Militar foram orientadas a monitorar convocações de atos, de direita e de esquerda, especialmente na capital.

Governadores mais alinhados à esquerda, porém, não veem o componente político como o maior fio desencapado do país hoje. Eles dizem que é a perspectiva de uma recuperação muito lenta da economia, aliada à degradação das contas públicas, o que mais ameaça deflagrar insatisfações sociais.

Outros acreditam que a saída do ex-presidente Lula da prisão pode agravar o quadro de possíveis confrontos.

Todos estão em sinal de alerta, uma vez que as chamadas “jornadas de junho” em 2013, tiveram início, com o aumento das passagens de ônibus em R$ 0,20 em São Paulo, foram o estopim para uma onda de protestos em todo o País.

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