O Ceará registrou uma queda expressiva na taxa de extrema pobreza entre crianças de 0 a 6 anos. Segundo dados divulgados pelo IBGE, o índice recuou de 21,7% para 10,6% em 2024, o menor patamar desde 2012. Em números absolutos, mais de 59 mil crianças deixaram a extrema pobreza nos últimos dois anos.
A redução significativa é atribuída ao fortalecimento de políticas públicas voltadas à população em situação de vulnerabilidade. Entre os programas citados pelo governo estadual estão o Ceará Sem Fome, que promove segurança alimentar para famílias de baixa renda, e o Cartão Mais Infância, que já beneficia mais de 150 mil famílias com crianças pequenas em situação de pobreza e extrema pobreza.
Para o governador Elmano de Freitas, os números refletem o impacto direto das ações sociais implementadas nos últimos anos.
“Esse resultado mostra que estamos no caminho certo com políticas sociais, como o Ceará Sem Fome, que garante comida na mesa para quem mais precisa, e o Cartão Mais Infância. Seguimos trabalhando pra garantir mais dignidade e melhores condições de vida para o nosso povo!”, afirmou o governador.
Especialistas apontam que os investimentos em primeira infância têm efeito direto no desenvolvimento social e educacional das crianças, além de promover maior justiça social e romper ciclos de pobreza estrutural. O desempenho do Ceará é visto como exemplo nacional de combate à extrema pobreza com foco na infância.






