Na publicação, Trump declarou que os Estados Unidos “realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela” e que Maduro e sua esposa teriam sido “capturados e retirados do país por via aérea”, em ação conjunta com forças de aplicação da lei norte-americanas. Até o momento, não há confirmação independente dessas informações por parte de autoridades venezuelanas, organismos internacionais ou grandes agências de notícias.
Relatos de explosões em Caracas
Segundo imagens que circulam nas redes sociais, explosões, aeronaves e colunas de fumaça preta teriam sido vistas em diferentes pontos da capital venezuelana a partir das 2h no horário local (6h em Brasília). As gravações, porém, ainda não foram verificadas de forma independente.
Medidas de segurança aérea
Pouco antes dos supostos ataques, a Federal Aviation Administration (FAA) emitiu aviso proibindo voos comerciais americanos de sobrevoarem o espaço aéreo venezuelano, citando “atividade militar em andamento”. O alerta também mencionou restrições sobre a ilha de Curaçao, ao norte da costa da Venezuela, por riscos à segurança de voo.
Contexto recente
Na terça-feira (30), Washington havia informado ataques contra três embarcações suspeitas de tráfico de drogas em águas internacionais, segundo o Comando Sul dos Estados Unidos, responsável por operações do Caribe ao sul da Argentina. As Forças Armadas americanas afirmaram que as embarcações viajavam em comboio.
Trump também havia declarado, em novembro, que autorizaria operações da Central Intelligence Agency (CIA) na Venezuela e alertado para a possibilidade de ações terrestres.
Aguardando confirmação
Diante do impacto e da gravidade das alegações, autoridades internacionais e o governo venezuelano ainda não se pronunciaram oficialmente. A expectativa está voltada para a coletiva anunciada pela Casa Branca. Até lá, o cenário permanece em atualização, e recomenda-se cautela diante de informações não confirmadas que circulam nas redes sociais.





