A manifestação contou com a participação de entidades como o Sindicato dos Professores, a Frente Social Cristã, a Cáritas Diocesana e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), além de representantes de outras organizações sociais e populares do município.
Durante o ato, os manifestantes levantaram pautas ligadas à valorização da classe trabalhadora, à ampliação de direitos e à necessidade de proteção social diante das mudanças em debate no cenário nacional. Entre os principais pontos defendidos esteve o fim da escala 6×1, modelo de jornada que tem sido alvo de críticas por parte de trabalhadores e entidades sindicais.
As organizações também fizeram críticas a decisões recentes do Congresso Nacional, avaliando que algumas medidas discutidas em Brasília podem gerar impactos diretos nas condições de trabalho, na renda das famílias e na vida da população mais vulnerável.
Para os participantes, o 1º de Maio representa não apenas uma data comemorativa, mas um momento de reafirmação da luta histórica dos trabalhadores. Em Crateús, o ato buscou chamar atenção para a importância da organização coletiva e da mobilização social como instrumentos de defesa de direitos.
A presença de movimentos ligados ao campo, à educação, à assistência social e à Igreja reforçou o caráter plural da manifestação, que reuniu diferentes segmentos em torno de uma pauta comum: a defesa da dignidade do trabalhador e da justiça social.





