Em resposta a Roberto Jefferson, FHC diz que não participa de ‘complô’ para derrubar Bolsonaro

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Brasil, São Paulo, SP. 30/01/2009. Fernando Henrique Cardoso, presidente do conselho de administração da Fundação Osesp, comenta a demissão do maestro John Neschling do comando da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, no Salão Camargo Guarnieri, na Sala São Paulo. - Crédito:VALÉRIA GONÇALVEZ/AGÊNCIA ESTADO/AE/Codigo imagem:64491

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso respondeu ao ex-deputado federal Roberto Jefferson, em sua conta no Twitter sobre a acusação de que ele seria uma “maestro” de um suposto orquestramento contra o presidente da República Jair Bolsonaro.

Segundo Jefferson, FHC estaria coadunado com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, e com os governadores João Doria (PSDB-SP) e Wilson Witzel Witzel (PSC-RJ) para tocar adiante um impeachment de Bolsonaro.

No Twitter, o ex-presidente disse que o momento é para coesão contra o vírus e não de intrigas. “Em entrevista no Estadão um ex deputado fala em complô meu com Maia e Doria para derrubar Bolsonaro. Nada mais errado:não quero tal. Melhor ter paciência histórica. Respeito o voto popular.Discordar é normal, sem derrubadas. Coesão contra o vírus, é preciso. Não intrigas.” Destacou Fernando Henrique Cardoso.

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