“Não existe decisão de candidatura majoritária sem pesquisa. Qual é, de fato, a chance eleitoral daquele nome?”, destacou o governador ao abrir a lista de critérios que serão considerados pela aliança. Além da viabilidade eleitoral, Elmano enfatizou que a construção de relações sólidas dentro da base governista será essencial para a definição.
“Não se decide candidatura majoritária sem avaliar a relação do possível candidato ou candidata com as forças da aliança. Qual é a relação que ele tem com todos os partidos aliados?”, indagou, acrescentando ainda a importância da sintonia com prefeitos, deputados e lideranças regionais.
Outro ponto citado foi a confiança no comprometimento com o projeto político do grupo. “Qual é a relação que as lideranças do projeto têm do ponto de vista de confiança de essa pessoa ser leal ao projeto?”, completou.
A partir desses critérios, Elmano orientou os interessados em se viabilizar como candidatos ao Senado a seguir um conjunto de posturas estratégicas:
– Promover-se de forma responsável e com conteúdo;
– Construir boas relações com os partidos aliados;
– Estreitar vínculos com os prefeitos e lideranças municipais;
– Manter bom relacionamento com o Governo do Estado.
“Esse conjunto de atributos define quem é o candidato”, resumiu o governador, acrescentando que ainda não é o momento para pressa. “Eu acho que é um equívoco alguém querer que a gente precipite a decisão de montagem da chapa majoritária. O momento é de trabalhar muito e comunicar o que está fazendo”, concluiu.
Ao fim ao cabo, o governador forneceu as ferramentas necessárias para quem quer entrar no jogo de verdade, já que a definição final passa pelo chefe do Executivo estadual por se tratar de uma chapa majoritária e não proporcional.






