Em igual período de 2024, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 6,2%. No trimestre móvel até setembro, a taxa de desocupação estava em 5,6%.
A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.528,00 no trimestre encerrado em outubro. O resultado representa alta de 3,9% em relação ao mesmo trimestre de 2024.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 357,3 bilhões no trimestre encerrado em outubro, alta de 5,0% ante igual período do ano passado.
A massa de salários em circulação na economia aumentou em R$ 16,903 bilhões no período de um ano, para R$ 357,3 bilhões, uma alta de 5,0% no trimestre encerrado em outubro ante o trimestre terminado em outubro de 2024. Na comparação com o trimestre terminado em julho, a massa de renda real subiu 0,9%, com R$ 3,292 bilhões a mais.
No trimestre terminado em outubro, faltou trabalho para 15,775 milhões de pessoas no País. A taxa composta de subutilização da força de trabalho diminuiu de 14,1% no trimestre até julho para 13,9% no trimestre até outubro. O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas que estariam disponíveis para trabalhar. No trimestre até outubro de 2024, a taxa de subutilização da força de trabalho estava em 15,4%.
A população subutilizada caiu 2,0% ante o trimestre até julho, 325 mil pessoas a menos. Em relação ao trimestre até outubro de 2024, houve um recuo de 10,1%, menos 1,768 milhão de pessoas.
O Brasil registrou 2,647 milhões de pessoas em situação de desalento no trimestre encerrado em outubro. O resultado significa 49 mil desalentados a menos em relação ao trimestre encerrado em julho, um recuo de 1,8%. Em um ano, 352 mil pessoas deixaram a situação de desalento, baixa de 11,7%.
A população desalentada é definida como aquela que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho, ou não tinha experiência, ou era muito jovem ou idosa, ou não encontrou trabalho na localidade — e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga. Os desalentados fazem parte da força de trabalho potencial.
O Brasil registrou uma taxa de informalidade de 37,8% no mercado de trabalho no trimestre até outubro. O País alcançou 38,809 milhões de trabalhadores atuando na informalidade no período. Em um trimestre, mais pessoas passaram a atuar como trabalhadores informais: houve crescimento de 48 mil trabalhadores nesta situação no período./Folha SP
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