O parlamentar foi preso em novembro de 2021 por avançar um automóvel com uma mulher de 36 anos agarrada ao parabrisa e deixando ferimentos na vítima. O fato foi caracterizado como tentativa de feminicídio, levando à sua prisão e agora o processo no Legislativo pode levar à sua cassação.
O presidente da Casa, Antonio Henrique (PDT), vai encaminhar a denúncia à Danilo Lopes (Podemos) que preside a Comissão de Ética. Na sessão seguinte, ele tem de decidir quem será o relator do caso, que por sua vez tem 10 dias para formular o parecer, podendo arquivar ou dar andamento ao processo, restando ao Conselho de Ética o prazo de três sessões para votar “sim” ou “não” ao relatório.
Se a maioria votar pelo prosseguimento, novo relator é designado. Ele pedirá à Ronivaldo uma defesa prévia a ser apresentada dentro de 15 dias, por escrito. A partir daí, Ronivaldo pode indicar testemunhas e provas que pesem a seu favor. O processo ainda envolve outros prazos para diligências e alegações finais, até o seu curso final, podendo levar de dois a três meses para sua conclusão.
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