Os precatórios (dívidas judiciais) nasce em 1998 quando o Ministério da Educação deixou de repassar o montante de R$90 bilhões aos municípios por erros no repasse do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério.
Idilvan garante ainda que a proposta tem caráter conclusivo nas comissões e pode finalizar seu rito sem passar pelo Plenário da Câmara. Depois da aprovação na Comissão de Educação, o texto segue agora para a Comissão de Finanças e Tributação e, depois, para a Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania.
O parlamentar comemora a vitória para os professores. Mais do que um abono, o recebimento desses recursos é uma questão de justiça. Valorizar os professores é o primeiro passo para termos uma educação de qualidade, defende Idivan.





