Ceará: R$ 12 milhões / 126 mil camisas vendidas
Fortaleza: R$ 9 milhões / 130 mil camisas vendidas
O Fortaleza, por exemplo, já lançou 16 modelos de camisas com a marca Leão 1918, desde 2016. O Leão substituiu a Kappa, fornecedora italiana. O Bruno Bayma, gerente de projetos, aponta como é feita a escolha pelo modelo de uma camisa tricolor.
Já o Ceará iniciou a Vozão em 2019 e tem sete modelos. Antes de estampar a marca própria, usava o material da Topper, fornecedora argentina. João Costa, gerente de marketing alvinegro, comenta como é feito o processo para seleção das camisas.
– O setor de marketing acompanha todo esse processo do início ao fim e é submetido a uma banca avaliadora do clube que envolve conselheiro, diretoria executiva e outras posições do clube que avaliam o material e aprovam ou não o material – declara João.
Os modelos das camisas de Ceará e Fortaleza são feitos por uma empresa cearense, Bomache, que é especializada em material esportivo. Além de valorizar o trabalho local, aproxima as partes da linha de produção, destaca Alexandre Dalla, gestor comercial da Bomache.
– A camisa da marca própria conversa com o torcedor, os clubes participam e passam o DNA deles. Nas outras marcas, tem que acontecer de a camisa conseguir chegar no gosto (da torcida), é linha de produção, já essa fica com 99% porque leva o DNA. A marca própria também é de clube grande, acima de 120 mil peças/ano – declarou Alexandre Dalla.
Na próxima temporada do Brasileirão Série A, seis dos 20 participantes estampam a própria marca. São eles:
- América-MG | Sparta
- Atlético-GO | Dragão Premium
- Bahia | Esquadrão
- Ceará | Vozão
- Fortaleza | Leão 1918
- Juventude | 19Treze/ ge





