Ciro viaja para o exterior e frustra planos de Haddad

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Brazil's presidential candidate for the Democratic Labor Party (PDT), Ciro Gomes speaks with the press after voting in Fortaleza, state of Ceara, Brazil, on October 07, 2018. - Brazilians began casting ballots Sunday in their most divisive presidential election in years, with a far-right politician promising an iron-fisted crackdown on crime, Jair Bolsonaro, the firm favorite in the first round. (Photo by Thiago Gadelha / AFP)

Ciro Gomes (PDT) embarca para o exterior nesta quinta-feira (11/10) com a família e deve ficar fora do País por até duas semanas . Os planos frustram as investidas do PT, que faz acenos ao candidato derrotado no intuito de trazê-lo para dentro da campanha petista no segundo turno das eleições 2018. 

Ao contrário do que esperava a campanha de Fernando Haddad (PT), Ciro não vai chefiar a equipe do programa econômico do petista. A ideia é que o pedetista não suba no palanque com Haddad, muito menos faça fotos para indicar o tal “apoio crítico”, fato que apareceu pela primeira vez na história desse País e foi aprovado em reunião da Executiva Nacional do PDT nesta quinta-feira (10/11).

Para se distanciar do PT, o presidente do PDT, Carlos Lupi, se antecipou e disse na quarta-feira que o partido vai lançar Ciro Gomes como candidato para 2022, já após o fim do segundo turno. “Não faremos nenhuma reivindicação (junto ao PT). Será um voto claro sem participação na campanha e com a certeza de que não participaremos de nenhum governo, mesmo se Haddad ganhar a eleição. Vamos começar a construir agora 2022, já estamos decididos a lançar a candidatura de Ciro Gomes”, afirmou.

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