Ciro e Camilo se unem em defesa de padre Júlio Lancelloti

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O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) se posicionou contra a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pretende investigar o padre Júlio Lancellotti e sua relação com entidades filantrópicas paulistas.

Nesta quinta-feira (4/1), Ciro se solidarizou com o religioso em suas redes sociais, afirmando que Lancellotti está sendo “vítima de perseguição”. 

“Minha solidariedade ao Padre Júlio Lancellotti, vítima de perseguição vil e baixa por parte de quem não compreende sua obra e sua devoção a Deus e ao povo mais humilde. [padre Júlio Lancelloti], estarei sempre ao seu lado!”, escreveu Ciro Gomes.

Quem também saiu em defesa de Padre Júlio Lancelloti foi o senador e ministro da Educação, Camilo Santana, manifestando incondicional apoio ao religioso que é uma referência no cuidado com os pobres. “O padre Julio Lancellotti é uma referência no cuidado aos pobres e marginalizados da cidade de São Paulo. A causa que move toda a sua vida é o mais puro ensinamento de Jesus. A ele, nossas orações, admiração e incondicional apoio”, defendeu Camilo.

ENTENDA O CASO

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta quarta-feira (3/1) a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o trabalho filantrópico conduzido pelo padre Júlio Lancellotti, da Paróquia de São Miguel Arcanjo, na região conhecida como Cracolândia, no Centro da cidade.

À Folha de S. Paulo, o padre Júlio Lancellotti disse não ter relação com nenhuma das duas entidades que a CPI pretende investigar, o Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto (Bompar) e o coletivo Craco Resiste. O pároco afirmou que não faz mais parte da Bompar há 17 anos. “São autônomas, têm diretorias, técnicos, funcionários. A Câmara tem direito de fazer uma CPI, mas vai investigar e não vai me encontrar em nenhuma das duas”, afirmou o religioso.


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