Ciro diz que Capitão Wagner e Bolsonaro “são farinha do mesmo saco”

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O pré-candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, participou na noite desta sexta-feira da cerimônia de entrega da Medalha da Abolição a personalidades cearenses com relevantes serviços prestados ao Ceará e ao País, dentre eles, o irmão do presidenciável e senador Cid Gomes (PDT-CE).

Em declaração a imprensa, Ciro Gomes (PDT) se referiu ao principal nome da oposição no Estado, o deputado federal Capitão Wagner (UB) como “capetão” e disse que ele e Bolsonaro são farinha do mesmo saco. Ao ser questionado sobre a aproximação entre Capitão Wagner e o presidente Jair Bolsonaro (PL), Ciro disse que os dois “são farinha do mesmo saco” e acusou o parlamentar de ter criado um “partido político clandestino dentro da Polícia Militar”.

“Qual é a obra do ‘capetão’ aqui no Ceará? Ele liderou dois motins em que 300 pessoas foram assassinadas numa noite. Essa é a obra dele, que se projeta porque fundou dentro da Polícia Militar do Ceará um partido político. E não por constrangimento ou coincidência, é contemporâneo ao fenômeno de milícias e facções criminosas a presença desse partido político clandestino dentro da Polícia Militar, que felizmente está acabando”, enfatizou Ciro Gomes.

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