O líder da bancada cearense no Congresso Nacional, deputado federal Eduardo Bismarck (PDT), confirmou a informação ressaltando que o senador quer ouvir a opinião de todos para tomar uma decisão conjunta.
Cid criticou a intervenção do PDT Ceará e disse que não houve espaço para exercer a “ampla defesa”.
“Não se aprova uma intervenção sem a abertura prévia de um processo, sem dizer do que a pessoa está sendo acusada para que possa exercer seu direito de ampla defesa e por último ter uma deliberação do Conselho de Ética, depois da Executiva e depois do Diretório. Mas eles já aprovaram a intervenção sem cumprir nenhuma dessas etapas. Não sei sequer a razão dessa intervenção”, disse o senador.
Já o deputado federal e presidente interino nacional da legenda, André Figueiredo, afirmou que a intervenção ocorreu porque “o clima de paz está ficando impossível”.
“Muito desgastante para todos, mas o clima estava muito difícil de permanência e, pelo teor dos debates nas reuniões, o clima de paz está ficando impossível. Vamos seguir o devido processo, mas eu não acredito que o senador Cid fique no PDT, não”, afirmou na sexta-feira.
O quadro incerteza que predomina no partido, deve influenciar diretamente no pleito eleitoral do ano que vem e os maiores prejudicados serão prefeitos e vereadores se não houver um basta nesta discussão sem fim.