O texto é assinado pelos presidentes Sérgio Nobre (CUT), Miguel Torres (Força Sindical), Ricardo Patah (UGT), Adilson Araújo (CTB), Sonia Zerino (NCST), Antonio Neto (CSB) e Antonio Gozze (Pública).
“É inadmissível que, em uma democracia, em pleno século 21, cidadãos aptos a votar sejam impedidos de exercer seu direito de forma deliberada, tendenciosa e nefasta”, diz a nota.
“Além dos ônibus urbanos, há também denúncias de restrições inexplicáveis em outros meios de transporte, como voos e barcas no rio Amazonas.”
Segundo os dirigentes, a falta de ônibus nas ruas prejudicou moradores de diversas cidades, contrariando, assim, decisão do STF.
“Precisamos estar atentos e cobrar das autoridades e dos órgãos responsáveis pela fiscalização uma atuação efetiva. Mais do que identificar responsabilidades entre as administrações estaduais e municipais, é necessário esclarecer as denúncias e garantir que nenhum eleitor seja prejudicado pela falta de transporte”, afirmam as centrais.






