A assessoria de Marquinhos confirmou ao site globoesporte.com que a casa dos pais do jogador foi alvo de bandidos durante a partida, enquanto familiares estavam lá. Segundo a RMC Sports, a ação foi violenta, mas, felizmente, todos estão bem. Marquinhos ficou em campo durante todo o jogo, sem a informação do que estava acontecendo.
A situação foi diferente para Di María. O meia argentino saiu aos 16 do segundo tempo, pouco após Leonardo, dirigente do PSG, receber uma ligação. Após tirar o jogador de campo, Pochettino conversou com ele e Di María saiu às pressas do estádio. A correria se justifica pela informação de que os criminosos também estariam agindo com violência. De acordo com a RMC Sports, a esposa de Di María, Jorgelina, e as duas filhas estavam na casa quando ela foi invadida. O conteúdo de um cofre teria sido levado.
Na entrevista coletiva, Pochettino não mencionou diretamente os casos, mas deu a entender que assuntos extracampo afetaram a equipe. “Situações fora do futebol devem ser levadas em conta. Os jogadores são, como nós, desapontados pela derrota. Mas há situações que deixam o grupo unido na derrota e também em coisas que vão além do esporte. Não é desculpa, mas houve uma queda de energia no time. É normal. Conversamos depois do jogo, mas não de futebol. De outras coisas”, comentou o técnico.
Infelizmente, a situação de assaltos durante os jogos não é novidade para nenhum dos dois jogadores. Di María passou por trauma parecido em 2015, quando jogava pelo Manchester United; Marquinhos havia sido roubado em janeiro de 2020.
Outros jogadores do PSG também já sofreram com os assaltos. Entre os que já deixaram o clube, o lateral-direito Daniel Alves, atualmente no São Paulo, o zagueiro Thiago Silva, hoje no Chelsea, e o atacante Choupo-Moting, que está no Bayern de Munique; dos que ainda jogam pelo time francês, o goleiro Sergio Rico e o atacante Icardi foram vítimas./AE





