Arrascaeta mostra fé em título do Flamengo: “A gente tem potencial, tem elenco e tem que acreditar”

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Herói da vitória do Flamengo por 1 a 0 sobre o Bragantino no Maracanã, Arrascaeta deu entrevista ao vivo para a “FlaTV”, canal oficial do clube no YouTube, na tarde desta sexta-feira (24/11). E o uruguaio não escondeu o otimismo pelo título brasileiro após a rodada, que deixou o Rubro-Negro em terceiro lugar com 60 pontos, só dois atrás do líder Palmeiras:

– A ilusão do torcedor é a mesma que temos aqui dentro. Mas tem que encarar cada jogo como uma final. Por mais que vamos enfrentar um time que já está rebaixado vai ser muito difícil porque é fora de casa, eles não vão querer entregar, vão dar a vida. Ainda não dependemos de nós, mas vamos fazer de tudo para ir conquistando os três pontos a cada jogo.

A gente sabe que tem potencial, tem elenco e tem que acreditar. Mas vamos passo a passo”.

Arrascaeta também revelou um pouco sobre como foi a resenha no vestiário depois do jogo com os companheiros, que o chamaram de Romário, ídolo rubro-negro que defendeu o clube nos anos 90.

– Não sabia que Romário sempre finalizava muito de bico. Quando eu jogava futsal, quando era mais novo, quase sempre você finaliza de bico. Tenho poucos gols de bico, mas esse aí foi bonito para ajudar também. Um recurso, né? Quando você não tem muito tempo para finalizar, um lance rápido…

Gol que saiu dos pés de dois jogadores de seleção, do Uruguai e do Chile, e premiou a decisão do Flamengo em fretar dois jatos particulares para trazer os jogadores ainda no último dia da Data Fifa:

– A gente praticamente, se não voltava logo após o jogo no Uruguai, não ia ter tempo de uma recuperação boa. O voo seria no dia seguinte e com escala. Falei com os caras (da diretoria) se poderia fazer para nós estarmos prontos e aptos. O Erick (Pulgar) estava mais longe (em Quito), era mais difícil começar o jogo. Mas entrou e foi fundamental na vitória também – explicou o meia uruguaio, que dividiu os méritos do gol com o volante chileno:

– O mais importante foi a movimentação do Erick (Pulgar), se ele não rompe o espaço não teria nenhum passe para fazer a jogada. A hora que ele rompe a frente, se não cruza sabia que ia jogar para trás. Eu atrasei um pouquinho a passada para perder o cara (marcador). Depois, perto da área, o cara que chegou comigo ficou com medo de fazer o pênalti. Um lance muito rápido, o único lugar que tinha para definir era dar um biquinho contra a trave. Deu tudo certo como pensei no momento./ge

(Foto Marcelo Cortes/CRF e Agência Estado)

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