Segundo a agência, a mudança acontece devido à redução de chuvas na transição do período chuvoso para o seco, o que leva a uma geração hidrelétrica menor e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado.
De janeiro a abril deste ano, a bandeira tarifária permaneceu verde, refletindo as condições favoráveis de geração, explicou a agência.
Bandeiras tarifárias mês a mês
- Maio de 2025: Amarela;
- Junho de 2025: Vermelha – patamar 1;
- Julho de 2025: Vermelha – patamar 1;
- Agosto de 2025: Vermelha – patamar 2;
- Setembro de 2025: Vermelha – patamar 2;
- Outubro de 2025: Vermelha – patamar 1;
- Novembro de 2025: Vermelha – patamar 1;
- Dezembro de 2025: Amarela;
- Janeiro de 2026: Verde;
- Fevereiro de 2026: Verde;
- Março de 2026: Verde;
- Abril de 2026: Verde;
- Maio de 2026: Amarela.
As bandeiras tarifárias foram criadas em 2015. Elas servem para indicar o custo real da energia e se traduzem no repasse desses gastos ao consumidor final.
A bandeira verde é a que isenta o consumidor de qualquer taxa extra. No caso da aplicação da bandeira amarela, a cada 100 kWh consumidos, há o acréscimo de R$ 1,88.
Os patamares 1 e 2 da bandeira vermelha resultam na cobrança extra, a cada 100 kWh consumidos, de R$ 4,46 e R$ 7,87, respectivamente./Metrópoles





