De acordo com o documento, os lotes D838888 e D838858 foram produzidos e comercializados por empresa não identificada, sem autorização da fabricante. Por isso, a Anvisa proibiu o armazenamento, a distribuição, a importação, a venda e o uso dos produtos.
Risco grave à saúde
O uso de versões falsificadas do Mounjaro pode representar um perigo grave. O paciente pode estar injetando substâncias sem princípio ativo, compostos tóxicos, bactérias ou solventes industriais, além de correr o risco de aplicar doses incorretas. Esses produtos não passam por controle de qualidade, esterilização nem rastreabilidade exigidos pela agência e pela fabricante.
Como reconhecer uma caneta falsificada?
- Os produtos originais possuem selos de segurança intactos, código de barras legível e número de lote e validade em alto relevo.
- O logotipo “Lilly” aparece gravado tanto no corpo da caneta quanto no lacre metálico.
- Versões falsificadas costumam ter rótulos desalinhados, fontes incorretas, ausência do número de registro no Ministério da Saúde e inconsistências no lote.
A Anvisa reforça que medicamentos devem ser adquiridos apenas em farmácias e drogarias regularizadas e que qualquer suspeita de falsificação pode ser comunicada ao órgão por meio do sistema Notivisa./Metrópoles
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