Nas redes sociais, nos últimos dias, André Fernandes fez comentários sobre uma tentativa de homicídio ocorrida no último dia 8 de fevereiro. Em outra postagem combateu duramente o grupo do MBL por suposta disseminação de “fake news” tentando associar a imagem do parlamentar ao nazismo, criticando a postura de ex-aliados do presidente Bolsonaro. André não postou comentários sobre questões político-partidárias.
Enquanto o parlamentar resolvia suas tretas na internet, o grupo liderado pelo prefeito de Eusébio e pelo deputado federal Júnior Mano, que é ligado ao presidente da sigla Valdemar da Costa Neto, articularam o controle da legenda no Estado até 2024, com Acilon Gonçalves na presidência.
A primeira batalha foi vencida pelo grupo de Acilon Gonçalves, a segunda diz respeito ao destino da sigla no Estado; se lança candidatura própria, se apoia Wagner, se fica na base aliada do governo Camilo, ou se ainda existe uma outra alternativa que ainda não foi ventilada.
O leque de indefinições da política cearense permeia a maioria das siglas, a sucessão dos fatos é que vão direcionando o destino final de cada agremiação partidária no Ceará.
Confira a nova composição do PL no Ceará:







