Uma partida digna de final de Copa do Mundo, protagonizada por Argentina e França, neste domingo (18/12), com um duelo em especial de Messi e Mbappé. No tempo normal 3 a 3 (2 a 2 no tempo normal e 1 a 1 na prorrogação) e os argentinos faturaram o terceiro título mundial nos pênaltis. Messi sai coroado da Copa do Catar com o título que lhe faltava na carreira.
Messi e Mbappé são a prova viva de que não se pode subestimar os gênios, eles sempre encontram uma saída. O primeiro tempo foi de Messi, com o gênio francês apagado. No segundo tempo o gênio da França saiu da lâmpada e num piscar de olhos, fez o que parecia impossível, arrancou um empate com dois gols seguidos.
A argentina mostrou raça e sangue nas veias. O choro de Di María mostrou a entrega dos jogadores por seu país, mesmo perdendo na estreia para Arábia Saudita o time nunca se entregou e foi carregado por um Messi iluminado até levantar a taça de campeã do mundo, ou melhor tri-campeão.
A Argentina ainda conseguiu com esse título outro feito, trazer a Copa de volta para a América do Sul, quebrando a hegemonia dos europeus desde 2006.
Messi foi o líder da Argentina, o melhor do mundo, quase artilheiro da competição e ergueu o troféu de campeão depois de 36 anos, é uma pena Maradona não estar vivo para presenciar esse feito.
Justiça seja feita, o técnico Lionel Scaloni também fez jus ao título de melhor do mundo, deu uma aula de estratégia, montando uma equipe de acordo com cada adversário, a partida contra a França foi decidida nos pênaltis, é verdade, mas a Argentina foi superior o tempo todo, se não fosse o brilho individual de Mbappé, a história seria bem diferente, portanto, o treinador Argentino mostrou para a América do Sul, em especial para o Brasil e para o mundo como se treina um time que realmente tem sangue nas veias e sede de ser campeão.






