O empresário Roberto Mantovani Filho, apontado pela Polícia Federal como um dos três brasileiros responsáveis pelas agressões ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) já foi candidato a prefeito pelo PL, em 2004, no Interior de São Paulo.
De acordo com as informações do G1 ele perdeu as eleições e desde 2016, ele é filiado ao PSD. Em nota, o PSD informou que “repudia o episódio” envolvendo Moraes e deve acionar a Comissão de Ética da legenda “para que sejam tomadas as medidas punitivas cabíveis, que devem culminar em sua expulsão”.
Além do empresário, a Polícia Federal também identificou outros dois agressores: uma mulher, identificada como Andreia Mantovani, e Alex Zanatta.
ENTENDA O CASO
A família do ministro foi hostilizada na sexta-feira (14/7), no Aeroporto Internacional de Roma, na Itália. As agressões aconteceram por volta das 18h45 no horário local (13h45 no horário de Brasília) e tiveram início após Andreia Mantovani chamar Moraes e “bandido, comunista e comprado”.
Em seguida, Roberto Mantovani Filho gritou e agrediu fisicamente o filho do ministro, acertando um golpe no rosto do rapaz. Com o impacto, os óculos do filho de Moraes chegaram a cair no chão.
Após a agressão, Roberto, Andreia e Alex Zanatta prosseguiram com os xingamentos. Moraes estava na Itália para realizar uma palestra na Universidade de Siena.
A OUTRA VERSÃO
O empresário e corretor de imóveis Alex Zanatta Bignotto negou à Polícia Federal ter hostilizado ou agredido o ministro do Alexandre de Moraes, Supremo Tribunal Federal (STF), em Roma, na Itália. Zanatta prestou depoimento neste domingo, (16/7), na delegacia de Piracicaba, no interior de São Paulo.
Além de Zanatta, outras duas pessoas da mesma família são suspeitas de terem hostilizado Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em nota, a família confirmou que houve um “desentendimento verbal” com dois integrantes da comitiva de Alexandre de Moraes, que seriam o filho do ministro e a namorada do rapaz.
Na versão do empresário Roberto Mantovani Filho e da mulher dele, Andréa Munarão, suspeitos de terem hostilizado Moraes, ambos foram confundidos com outros brasileiros que teriam ofendido o ministro. “Dessa confusão interpretativa nasceu desentendimento verbal entre ela e duas pessoas que acompanhavam o ministro”, informou a família.





