Tasso reiterou o que já havia dito em dezembro do ano passado, que não deixará a política, mas, não pretende disputar um novo mandato.
Com 73 anos e uma carreira de sucesso, três vezes governador do Estado, duas vezes senador da República e sempre exaltado como o maior o maior homem público do Ceará, o senador cearense está passando o bastão para Chiquinho Feitosa, conduzir a sigla tucana.
Também em dezembro do ano passado, Tasso já anunciava seu desapontamento em relação a pré-candidatura de Capitão Wagner (Pros-CE) e demonstrava a intenção de participar do processo político ao lado do grupo governista. Na época, o senador foi rebatido por Capitão Wagner, dizendo que quando um político rico e poderoso vê sua liderança ser perdida para alguém que veio da periferia, sem padrinhos, sem dinheiro, se junta aos seus opositores para tentar evitar o sucesso do novo líder.
Na manhã desta segunda, Tasso ratificou o que havia dito ainda no fim de 2021, que as conversas estão avançadas com o grupo governista com que quem tem maior identidade.
“Nossa identidade é com a aliança do PDT, liderada pelo governador já que há diferenças bastante grandes em relação a outras candidaturas”, disse o senador.






