Glêdson Bezerra teria usado de forma irregular dois helicópteros, um durante uma carreata da campanha que teria despejado uma “chuva” de papel picado e um outro na véspera da campanha soltando panfletos informando que as candidaturas da chapa, até então indeferidas, haviam sido “liberadas” pela Justiça Eleitoral, os eventos foram transmitidos pelas redes sociais.
Na oportunidade, o juiz destacou ainda que, apesar de ter trazido aos candidatos “grande benefício, a ponto de tornar injusta e desproporcional a propaganda eleitoral”, o uso do helicóptero não aparece na declaração de despesas de campanha de Glêdson e Giovanni. No texto, ele ressalta o alto custo com combustível para manter um sobrevoo longo deste tipo.
Caso perca o julgamento, Glêdson ainda poderá apresentar novos recursos tanto ao TRE quando ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Caso tenha a condenação mantida e os embargos sejam julgados desprovidos, o TSE marcará novas eleições no município.
O prefeito além dos problemas com a Justiça Eleitoral ainda enfrenta no município quatro Comissões Parlamentar de Inquérito (CPI) que envolvem acusações desde nepotismo, contratações irregulares e até “fura-filas” na vacinação contra Covid-19.





