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Ceará Notícias > Blog > Destaques > ‘Ninguém mexe em direitos, mas daremos opções’, diz Guedes sobre 13º e férias
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‘Ninguém mexe em direitos, mas daremos opções’, diz Guedes sobre 13º e férias

Ultima atualização: 07/02/2019 8:16 PM
Redação
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2 Min. de Leitura
(FILES) In this file photo taken on November 14, 2018 Brazilian economist Paulo Guedes, who was appointed by Brazilian President-elect Jair Bolsonaro as Economy Minister, gestures during a meeting with the newly elected governors in Brasilia. - Brazil's new government inaugurating on January 01, 2019 under far-right President Jair Bolsonaro includes a star anti-corruption judge as justice minister and a free-market economy minister with broad powers, and sees a third of the slots going to ex-military men. (Photo by Sergio LIMA / AFP)
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, repetiu a fala dada na manhã desta quinta-feira, 07/02, de que a reforma da previdência  não incluirá neste momento mudanças no regime trabalhista. Após reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), ele voltou a dizer que o atual sistema de direitos trabalhistas faz com que mais de 46 milhões de brasileiros estejam na informalidade.

Perguntado se o governo pretende acabar com direitos previstos na Constituição, como férias e 13º salário, o ministro negou. “Ninguém mexe em direitos, mas daremos novas alternativas para os trabalhadores”, respondeu, afirmando que preferia deixar essa discussão para um outro momento.

Guedes ainda aproveitou para atacar as centrais sindicais que já combatem a ideia do governo de criar uma carteira de trabalho verde e amarela com menos direitos. “Interesses corporativos são falsas lideranças que aprisionaram o Brasil a uma legislação fascista de trabalho. Os presidentes dos sindicatos precisam ter paciência, mas devem saber que a vida deles não será tão boa como antes. Está saindo a velha política e entrando uma nova política”, alfinetou.

O ministro reiterou que a palavra final sobre a reforma da previdência é do presidente Jair Bolsonaro. Guedes não comentou a informação divulgada agora à tarde, pela equipe médica, sobre o quadro de pneumonia do presidente. “Precisamos respeitar  recuperação de Bolsonaro. Cabe à equipe econômica formular as ideias e ao presidente decidir sobre elas”, disse./AE

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