Nesta quarta-feira (21/03) o Partido Popular Socialista (PPS) vai realizar um grande evento para filiar os pré-candidatos da sigla de olho nas cadeiras da Assembleia e Câmara Federal. O evento ocorre às 18h, no Pirata Bar, Praia de Iracema. O partido deve abrigar o suplente de deputado Ariosto Holanda, que atualmente ocupa a titularidade, no lugar de Antonio Balhman. Ariosto, deve deixar o PDT e somar forças ao lado de Alexandre Pereira no comando da agremiação.
Cabo Sabino acabou decidindo pelo Avante, antigo PT do B, que estava no comando do suplente de deputado Wellington Saboia. Cabo Sabino esboçou uma ida para o Partido Humanista da Solidariedade (PHS), mas acabou decidindo ficar mesmo no Avante que lhe garantiu a liberdade para trabalhar a campanha do presidenciável Jair Bolsonaro.
Felipe Mota recebe nesta quarta-feira (21/03), o presidenciável Álvaro Dias, em Fortaleza, para compromissos na capital. Felipe vai assumir a presidência do PODEMOS no Ceará para comandar a campanha presidencial do partido no Estado e assumir a missão de eleger pelo menos um deputado federal.
No último dia (15/03), o PEN/Patriota sob o comando do deputado Bruno Gonçalves já se antecipou e fez um ato no auditório da Assembleia Legislativa do Ceará para filiar e os pré-candidatos a deputados estaduais e federais. O Patriota deve partir sozinho, mas não descarta a possibilidade de fazer aliança com outra agremiação que mantenha uma certa equidade nas disputas para as vagas proporcionais.
O Partido da Mobilização Nacional (PMN), sob o comando do presidente Reginaldo Moreira esta programado para partir sozinho. Ele espera fazer fazer dois deputados estaduais e um deputado federal. O PMN estava programado para fazer uma coligação com o Avante de Wellington Saboia, com a mudança de comando para o Cabo Sabino haverá alterações nos planos. Reginaldo Moreira esclarece que o objetivo é fortalecer a agremiação, mas não descarta a possibilidade de fazer coligação, desde de que se mantenha a equidade dos candidatos para não desmotivar o grupo que vai disputar a eleição.
Os partidos considerados pequenos sabem que este ano é fundamental para sua sobrevivência, ou se consolidam colocando representantes na Câmara Federal, ou correm sério risco de extinção. Esta é a última eleição em que a lei permite as coligações partidárias. Na prática, é a última eleição em que será possível eleger representantes com puxadores de votos. A partir da próxima eleição entram os mais votados.
(Reginaldo Silva, Ceará Noticias)





