Com a operação da Polícia Federal atingindo mais um importante nome da cúpula petista, desta feita, o ex-governador da Bahia Jaques Wagner, aumentam as dificuldades para o PT ter candidato próprio ao Palácio do Planalto.
Wagner era um dos nomes cotados como possível opção petista na eleição presidencial caso Luiz Inácio Lula da Silva seja mesmo enquadrado na Lei da Ficha Limpa e fique impedido de disputar a eleição. o ex-governador é apontado em inquérito como destinatário de R$ 82 milhões, em propinas e caixa 2, desviados da obra de reconstrução do estádio da Fonte Nova, em Salvador .
A ação da PF, que chegou a pedir a prisão temporária do ex-governador – não acolhida pela Justiça – e fez busca e apreensão no apartamento dele, deu fôlego novo para o discurso de vitimização do PT.
Com essa operação alguns petistas já começam a descartar o nome de Jaques como opção, restando agora somente o nome de Fernando Haddad para tentar salvar a sigla e a biografia do ex-presidente Lula.
Haddad foi autorizado por Lula a construir uma aliança de centro-esquerda e o primeiro passo foi se reunir com o presidenciável do PDT Ciro Gomes. Pelo jeito a conversa não foi das mais amistosas. Ao sair do almoço Ciro disse que é mais fácil um boi voar do que o PT apoiar outra candidatura que não seja um do próprio partido.






