O apresentador de televisão Luciano Huck tem vários fatores que o tornam uma espécie de candidato ideal. Primeiro a influência eleitoral norte americana que é exercida sobre a elite brasileira. Donald Trump é empresário e apresentador de televisão que virou presidente da República dos Estados Unidos. Por outro lado, o ex-presidente Lula (PT), corre um grande risco de não participar das eleições presidenciais deste ano, na prática, o líder de todas as pesquisas eleitorais ficando fora do pleito, vai favorecer uma candidatura nova. Diante de um quadro politicamente conturbado que estamos vivendo, por incrível que pareça, Luciano Huck, pode angariar boa parte do eleitorado do ex-presidente Lula, pelo princípio da associação de imagem. Lula tem uma imagem que transformou a vida do povo pobre brasileiro, ou seja, o povo teve sua vida transformada a partir da implantação de programas sociais que impactaram positivamente a vida dos menos favorecidos. Os quadros do program do apresentador tem a mesma linha; transforma um carro velho abandonado num carro novo, cria uma oportunidade de negócio para quem está começando a vida de empreendedor, transforma casebres em casas dignas e dar dinheiro a pessoas que passam por necessidades e buscam a realização de um sonho. Essas situações embora pareçam insignificantes, tem valores gigantescos nas mãos de especialistas em criação de imagens. Além da imagem do cara boa praça, descolado e gente fina, ele tem penetração em todos os segmentos da sociedade, sobretudo no meio artístico e na elite paulista.
Dirigentes do PPS dizem que o cenário ideal está colocado. A candidatura agora só depende dele. O apresentador desembarca no Brasil no início da próxima semana quando vai retomar as conversas sobre sua participação na campanha. Se não for candidato, promete usar sua influência para ajudar a eleger candidatos do seu grupo ao Congresso.






