Janones afirmou que um cargo ministerial imporia compromissos burocráticos e limitações à sua atuação política, especialmente na mobilização digital dos apoiadores do presidente.
Segundo o parlamentar, a Câmara dos Deputados é o espaço onde poderá continuar contribuindo com Lula, repetindo a atuação desenvolvida durante o segundo turno das eleições presidenciais.
“Um ministério seria minha zona de conforto”, escreveu Janones, ao defender sua permanência no Legislativo.
O deputado ganhou destaque nacional ao liderar o movimento digital “Exército do Lula”, que ultrapassou 10 milhões de participantes no WhatsApp durante a campanha eleitoral.
Janones afirmou que pretende manter a mobilização digital e contribuir para a governabilidade no novo mandato presidencial, sem assumir funções ministeriais.






