Ceará NotíciasCeará NotíciasCeará Notícias
Font ResizerAa
  • Página Inicial
  • Destaques
  • Ponto Político
  • Política
  • Ceará
  • Esporte
  • Últimas Notícias
  • Entre em Contato
Font ResizerAa
Ceará NotíciasCeará Notícias
  • Página Inicial
  • Destaques
  • Ponto Político
  • Política
  • Ceará
  • Esporte
  • Últimas Notícias
  • Entre em Contato
Pesquisar
  • Página Inicial
  • Destaques
  • Ponto Político
  • Política
  • Ceará
  • Esporte
  • Últimas Notícias
  • Entre em Contato
Siga-nos
Ceará Notícias > Blog > Destaques > Bactéria silenciosa costuma estar por trás do câncer de estômago; veja como se proteger
DestaquesOutros

Bactéria silenciosa costuma estar por trás do câncer de estômago; veja como se proteger

Ultima atualização: 14/09/2026 5:02 PM
Redação
Compartilhar
5 Min. de Leitura
Compartilhar

Muitas vezes silenciosa, a infecção pela bactéria Helicobacter pylori, conhecida popularmente como H. pylori, é um dos principais fatores de risco para o câncer de estômago, doença que se forma nas células que revestem a parte interna do órgão.

De acordo com a médica gastroenterologista e hepatologista Ana Flávia Passos Ramos, membro titular da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), a H. pylori gera uma inflamação crônica que pode se perpetuar e levar a um processo de transformação celular chamado “cascata de Pelayo Correa”.

Quando isso acontece, a inflamação evolui para uma metaplasia intestinal, displasia e, por fim, neoplasia. Isso aumenta o risco de desenvolvimento de dois tipos de câncer gástrico: o adenocarcinoma, o mais comum, e o linfoma MALT.

A H. pylori é mais comum do que parece. Segundo a médica, estima-se que mais de 50% da população brasileira esteja infectada com a bactéria. Na maioria das pessoas, a infecção é assintomática e nem sempre vai levar a quadros mais graves.

Ana Flávia conta ainda que, em geral, a infecção ocorre por meio do consumo de água ou alimentos contaminados, ou através do contato íntimo com secreções orais ou pela via oral-fecal.

Há sintomas?

Os sintomas só costumam surgir quando a bactéria provoca complicações específicas, como o desenvolvimento de úlceras ou de tumores gástricos, conforme a gastroenterologista.

Em caso de úlcera, o paciente costuma sentir uma dor na região do estômago. Um sinal típico descrito é que a dor costuma melhorar um pouco quando a pessoa come, mas depois volta a incomodar.

Em caso de câncer gástrico, normalmente não há sintomas nas fases iniciais do tumor. Já em estágios um pouco mais avançados, o paciente pode sentir:

  • Dor ou desconforto abdominal persistente;
  • Perda de peso sem explicação;
  • Dificuldade para engolir;
  • Sensação de estômago cheio rapidamente;
  • Náuseas ou vômitos frequentes;
  • Anemia sem causa conhecida;
  • Sangramento digestivo.

Como identificar a bactéria antes de virar um câncer?

De acordo com Ana, existem exames invasivos e não invasivos capazes de ajudar na identificação da H. pylori.

Entre os métodos não invasivos, estão o teste respiratório (teste do sopro), que identifica a bactéria por meio da análise do ar expirado pelo paciente, e a pesquisa de antígeno nas fezes.

Já entre os métodos invasivos está a endoscopia digestiva alta, exame médico que permite visualizar o interior do esôfago, do estômago e da porção inicial do intestino delgado por meio de um tubo flexível com uma câmera na ponta.

“Toda vez que se faz a endoscopia, independentemente do motivo, é preconizado fazer a biópsia gástrica. Através dela, a gente consegue identificar a presença da bactéria”, explica Ana.

A médica destaca que, no Brasil, não existe indicação de rastreamento geral da população sem sintomas. A investigação deve ser realizada em cenários específicos: quando se tem sintomas gástricos e histórico familiar.

O tratamento contra a bactéria é feito por meio do uso de antibióticos e anti-secretores.

O câncer gástrico

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), em 2020, o Brasil registrou 13.850 mortes pela doença. E, para o triênio de 2023 a 2025, foram estimados 21.480 novos casos por ano no País.

A bactéria não é o único fator de risco para o desenvolvimento do quadro. Histórico familiar é um fator importante para buscar orientação de um gastroenterologista e hábitos alimentares adequados fazem parte da prevenção.

É indicado, segundo Ana, evitar o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados (como salgadinhos, biscoitos e refrigerantes), defumados (como bacon e presunto) e fontes de gorduras saturadas.

Outra prática que merece atenção é o tabagismo. Fumar aumenta o risco para diversos tipos de câncer – não apenas o gástrico – e está associado a piores desfechos. O consumo excessivo de álcool também pode aumentar o risco da doença./AB

(Foto: Reprodução)

Compartilhar Notícia
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram
O que você acha?
Feliz0
Amor0
Embaraçar0
Triste0
Nervoso0
Surpresa0

Veja Também

DestaquesOutros

Caixa desiste de ir à Justiça contra bancários, e greve da categoria segue por tempo indeterminado

14 de setembro de 2026
DestaquesOutros

Assédio e sobrecarga ameaçam saúde mental de jornalistas, diz pesquisa

14 de setembro de 2026
DestaquesOutros

PF envia a Gilmar e Zanin íntegra de material do celular de Vorcaro

14 de setembro de 2026
CearáDestaques

Companheiro de cantora de forró morre em colisão entre carro e carreta no Ceará

14 de setembro de 2026

 

CONTATO
[email protected]
WhatsApp (88) 9764 47 97

Categorias

  • Página Inicial
  • Destaques
  • Ponto Político
  • Política
  • Ceará
  • Esporte
  • Últimas Notícias
  • Entre em Contato

Tags

Ceará Destaques Educação Espaço Aberto Esporte Famosos Geral Interior Internacional Municípios Outros Policial Política Ponto Político
Welcome Back!

Sign in to your account

Perdeu sua senha?