Após o procedimento, o parlamentar retornou à sede da Polícia Federal, onde seguem os trâmites relacionados ao cumprimento da decisão judicial que determinou sua prisão preventiva.
Segundo as informações disponíveis, Mário Viktor deverá ser posteriormente encaminhado para uma unidade prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça enquanto estiver vigente a medida cautelar.
O parlamentar é um dos três vereadores de Sobral atingidos pela operação. Junim do Povo e Carlos do Calisto também tiveram prisões preventivas decretadas no âmbito das investigações.
Além das prisões, a Justiça determinou o afastamento dos três vereadores de seus respectivos mandatos pelo prazo inicial de 180 dias. A medida provoca impacto direto na composição da Câmara Municipal e deverá levar à convocação dos respectivos suplentes, conforme os procedimentos legais aplicáveis.
As investigações relacionadas à Operação Omertá continuam em andamento e novos desdobramentos poderão ocorrer a partir da análise do material reunido pelos investigadores.
As prisões são preventivas e, assim como o afastamento dos mandatos, constituem medidas cautelares. Os vereadores seguem com direito à defesa e são considerados inocentes até eventual decisão judicial definitiva.






