O encontro será neste sábado, 30. Os atletas trabalharão às 11h no campo do centro de treinamento da confederação e, na parte da tarde, viajarão ao Rio, onde será realizado o amistoso contra os panamenhos, no Maracanã, neste domingo, 31.
Os parceiros deverão ter uma janela para fotos no CT e contato com alguns jogadores e com o técnico Carlo Ancelotti. Trata-se de uma prática comum antes de competições desse porte. A presença das famílias também sempre acontece em momentos que antecedem a viagem para torneios mais longos. O presidente da CBF, Samir Xaud, esteve na Granja nesta sexta-feira, 29, junto com o vice Gustavo Dias Henrique, para bate-papo com o grupo.
Nos Estados Unidos, a direção de seleções da CBF escolheu um hotel que será exclusivo para os jogadores, comissão técnica e funcionários. O complexo é integrado à sede da Verizon, empresa de telecomunicações, que usa o local para hospedagem de funcionários e convenções.
Não haverá presença de familiares no dia a dia, diferentemente do que aconteceu em anos anteriores. Em 2018, por exemplo, a delegação ficou hospedada em um resort na cidade de Sochi, na Rússia. Os jogadores poderão encontrar as esposas, os filhos e outros familiares nas folgas, que deverão acontecer nos dias seguintes às partidas.
A seleção brasileira vai disputar a Copa do Mundo com 12 patrocinadores. Desde dezembro, foram assinados seis novos contratos dentro do projeto de reformulação do marketing da entidade, que promoveu a divisão do departamento em duas áreas.
Uma delas passou a se dedicar exclusivamente às negociações ligadas às seleções, com foco no Mundial, enquanto a outra ficou responsável pelas competições. Em 2022, na edição do Catar, 16 marcas apareciam no painel de entrevistas atrás dos jogadores.
Os 12 patrocinadores são Nike, Itaú, Ambev, Vivo, Cimed, iFood, Uber, Volkswagen, Sadia, Google, Azul e Amazon./AE
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