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Ceará Notícias > Blog > Destaques > Gripe K: o que é, quais os sintomas e quais os riscos?
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Gripe K: o que é, quais os sintomas e quais os riscos?

Ultima atualização: 15/12/2025 6:26 PM
Redação
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5 Min. de Leitura
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O aumento de casos de influenza A (H3N2) subclado K (J.2.4.1), também conhecida como “gripe K”, tem gerado dúvidas sobre os sintomas e os riscos do vírus.

A “gripe K” foi notificada inicialmente na Europa e, posteriormente, em regiões da Ásia e da África, segundo Renato Grinbaum, médico infectologista e consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Estados Unidos e Canadá também registram um aumento progressivo de detecção do subclado, de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Veja a seguir o que se sabe sobre o vírus.

O que é a ‘gripe K’?

É a infecção pelo vírus influenza A (H3N2) subclado K. Esse subclado deriva geneticamente do J.2.4, que, em um processo de evolução natural, acumulou mudanças na glicoproteína que permite a ligação e entrada nas células.

O vírus influenza é altamente mutável, característica que garante sua sobrevivência, explica o infectologista. “As mutações mais eficazes permitem que ele escape do sistema de defesa do organismo, que está preparado para cepas anteriores”, diz.

As mutações de maior relevância epidemiológica são aquelas que envolvem alterações nas proteínas do vírus. Essas mudanças costumam ser facilmente identificadas na nomenclatura, por meio da variação dos números do H e do N no nome do vírus.

Em 2009, surgiu uma variante que gerou preocupação global: o H1N1, conhecido como gripe suína. “Hoje, a maioria das pessoas já carrega ao menos uma proteção parcial contra esse vírus. A influenza K chama mais atenção pelo nome do que por suas características. Trata-se de uma pequena variação de um vírus que já circula amplamente, o H3N2”, explica Grinbaum.

Os sintomas são mais graves do que uma gripe comum?

De acordo com a Opas, até o momento, não foi documentada uma mudança significativa na gravidade clínica, em termos de internação hospitalar, admissões em cuidados intensivos ou óbitos.

“O que temos até agora é que o vírus provoca um quadro de gripe comum”, diz Grinbaum. A expectativa é que, com o monitoramento em andamento, seja possível ter respostas mais concretas sobre o subclado, afirma o médico.

Os principais sintomas da gripe comum são: febre, dor de garganta, tosse, dor no corpo e dor de cabeça. Além disso, o Ministério da Saúde lista calafrios, mal-estar, prostração e secreção nasal excessiva. Em alguns casos, os pacientes podem apresentar ainda diarreia, vômito, rouquidão e olhos avermelhados e lacrimejantes.

Quais são as possíveis complicações?

Casos de gripe podem evoluir com complicações, especialmente em indivíduos com doenças crônicas, idosos e crianças menores de 2 anos.

De acordo com o Ministério da Saúde, as complicações mais comuns do influenza, considerando os diferentes subtipos, são:

  • Pneumonia;
  • Sinusite;
  • Otite;
  • Desidratação;
  • Piora das doenças crônicas.

A vacina protege contra a ‘gripe K’?

Até o momento, “dados preliminares da Europa indicam que a vacinação oferece uma proteção semelhante à de anos anteriores contra a doença grave, inclusive para hospitalização”, diz a Opas.

Quais as recomendações para os países?

Segundo Grinbaum, por apresentar características genéticas novas, a OMS é obrigada a emitir um alerta, mas isso não significa risco de pandemia nem motivo para pânico. A recomendação é que as autoridades sanitárias mantenham a vigilância e acompanhem o comportamento do vírus.

Quais as recomendações para a população?

A principal recomendação é manter a vacinação em dia. No Sistema Único de Saúde (SUS), o imunizante contra gripe é aplicado em grupos mais vulneráveis. Em geral, são crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos. O público-alvo também costuma incluir:

  • trabalhadores da Saúde;
  • puérperas;
  • professores dos ensinos básico e superior;
  • indígenas;
  • pessoas em situação de rua;
  • profissionais das forças de segurança e de salvamento;
  • profissionais das Forças Armadas;
  • pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade);
  • pessoas com deficiência permanente;
  • caminhoneiros;
  • trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso);
  • trabalhadores portuários;
  • funcionários do sistema de privação de liberdade;
  • população privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas.

A vacina também é oferecida na rede particular, em farmácias e clínicas./AE

(Foto: Reprodução)

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