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Ceará Notícias > Blog > Destaques > Da glória à decadência: PSDB perde último governador
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Da glória à decadência: PSDB perde último governador

Ultima atualização: 24/08/2025 9:35 PM
Redação
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3 Min. de Leitura
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O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), que por quase quatro décadas foi um dos protagonistas da política nacional, vive hoje um momento de apagamento histórico. A legenda, que governou o Brasil por oito anos sob Fernando Henrique Cardoso e liderou disputas presidenciais contra o PT por mais de duas décadas, perdeu nesta semana seu último governador em exercício: Eduardo Riedel, de Mato Grosso do Sul, anunciou a saída da sigla após vinte anos para se filiar ao PP, hoje federado ao União Brasil.

“O Brasil mudou”, resumiu Riedel em discurso, justificando a troca partidária e decretando, na prática, o fim da presença tucana no comando de estados brasileiros.

A derrocada do PSDB é resultado de uma sequência de derrotas, desencontros internos e perda de identidade. Desde 2022, os governadores Eduardo Leite (RS) e Raquel Lyra (PE) também já haviam deixado a sigla rumo ao PSD.

Da glória à decadência

O auge do partido se deu nos anos 1990, com o plano Real e as vitórias presidenciais de Fernando Henrique Cardoso. Nos anos 2000 e 2010, mesmo derrotado em quatro disputas presidenciais contra o PT, o PSDB se manteve como principal força de oposição, sendo identificado com a bandeira do antipetismo.

Mas a derrota de Aécio Neves para Dilma Rousseff em 2014 abriu uma ferida que jamais se fechou. A Lava Jato desgastou lideranças tucanas, as brigas internas paralisaram a legenda e o bolsonarismo tomou para si o discurso antipetista, deixando os tucanos sem espaço.

Episódios simbólicos marcaram a decadência: da perda de quadros históricos ao vexame nas urnas. Em 2022, em São Paulo, berço do PSDB, a campanha foi marcada pelo episódio em que Luiz Datena agrediu com uma cadeirada o candidato Pablo Marçal, expondo publicamente a desarticulação da legenda.

O ocaso tucano

Sem governadores, sem base sólida no Congresso e sem narrativa política própria, o PSDB perde relevância e assiste à dispersão de suas lideranças. O partido que já foi símbolo da social-democracia brasileira, referência de gestão e eixo central da política nacional, hoje parece restrito a um papel secundário, incapaz de se reinventar.

A saída de Eduardo Riedel, último governador tucano, é mais do que uma troca de sigla: é a certidão de óbito do protagonismo político do PSDB.

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