O novo reforço será liderado pelo USS Gerald R. Ford, o mais avançado porta-aviões do mundo, movido a propulsão nuclear e considerado a belonave mais poderosa do planeta. Ele irá se unir ao USS Carl Vinson, já operando próximo ao Golfo Pérsico, e ao USS Nimitz, que se desloca da região do mar do Sul da China com previsão de chegada na próxima semana.
Além da movimentação naval, Trump ordenou o envio de quase 30 aviões-tanque para bases na Europa, que poderão atuar em uma eventual ofensiva americana ou como apoio aéreo a Israel. Tel Aviv, por sua vez, conta com uma frota limitada de aeronaves reabastecedoras — cerca de 10 unidades, sendo 6 de longo alcance, o que restringe sua capacidade de sustentar operações prolongadas sem o suporte logístico dos EUA.
Para completar a movimentação estratégica, as 19 bases americanas na região — sendo 8 delas permanentes — receberam reforços de defesa e novos aviões. A base principal fica localizada no Qatar, com visão direta para o Irã através do Golfo Pérsico, e representa um dos principais pontos de apoio à projeção militar dos Estados Unidos no Oriente Médio.
O envio de reforços é lido por analistas como um recado direto a Teerã, sinalizando que Washington está preparado tanto para intervir quanto para sustentar Israel em um eventual confronto direto com o Irã.
)Terje Pedesen – 24.mai.2023/NTB/Reuters)






