Segundo a denúncia, documentos foram adulterados com o objetivo de simular a prestação de serviços médicos que, de acordo com a investigação, não teriam sido realizados. Entre os registros falsificados estariam plantões, exames, procedimentos cirúrgicos e uso de equipamentos hospitalares. O suposto esquema teria beneficiado a empresa Coopebras, contratada pela Secretaria de Saúde do estado.
O Ministério Público estima que as fraudes tenham causado um prejuízo de aproximadamente R$ 1,4 milhão aos cofres públicos. Além de Samir Xaud, também são réus na ação outros ex-diretores do hospital e fiscais responsáveis pelo acompanhamento dos contratos firmados.
Apesar da repercussão do caso, Xaud segue como o nome mais forte nos bastidores para substituir Ednaldo Rodrigues no comando da CBF. A entidade ainda não se pronunciou oficialmente sobre o processo.
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