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VAR decisivo: como a novidade da Série A tem sido determinante para Ceará e Fortaleza

No início do ano, o árbitro de vídeo, VAR (sigla em inglês para “video assistant referee”), foi aprovado por unanimidade pelos clubes que disputam a Série A de 2019 para ser utilizado em todas as 380 partidas da competição. Uma das justificativas mais adotadas por dirigentes, comissão técnica e jogadores, é de que o VAR poderia minimizar erros de arbitragem, alvos de reclamações após as partidas. No caso dos times cearenses, o árbitro de vídeo, protagonista até aqui, tem sido decisivo.

O Ceará, por exemplo, teve o resultado de seus dois primeiros jogos, contra CSA e Cruzeiro, respectivamente, definidos após revisões do VAR. Na estreia da competição, contra o time alagoano, o Vozão brilhou e venceu por 4 a 0, mas o árbitro de vídeo apareceu em duas importantes ocasiões: a primeira contra o Alvinegro, em um pênalti em cima de Leandro Carvalho, anulado após revisão. O outro lance aconteceu após entrada dura do goleiro do CSA, João Carlos, sobre Samuel Xavier. O árbitro Adriano Milczvski expulsou o defensor do Azulão após checagem no VAR – inicialmente, ele foi punido com cartão amarelo.

Contra o Cruzeiro, novamente o árbitro de vídeo foi destaque em dois lances: em um pênalti a favor do Ceará, após toque de mão de Lucas Romero, defendido por Fábio, e em um gol anulado de Chico por impedimento. Todas as decisões do juiz Wagner Reway foram interpretadas como corretas pelo comentarista Paulo César de Oliveira, da Central do Apito. O Vozão acabou derrotado por 1 a 0./ge

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