Granjeiro: crimes políticos voltam ao debate

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Depois do assassinato do prefeito de Granjeiro, João do Povo, ocorrido no fim de dezembro do ano passado, as instituições se mobilizaram para cobrar das autoridades competes que o caso seja elucidado o mais rápido possível.

No caso de Granjeiro, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), anunciou na última quinta-feira (09/01), que o atual prefeito do município, Ticiano Tomé, e seu pai, Vicente Félix de Souza, são suspeitos de envolvimento. Ticiano nega e diz que confia na Justiça.

O fato é que o crime levanta discussão a respeito da violência no campo político estadual.

O presidente da Associação dos Municípios do Estado do Ceará (Aprece) e prefeito de Cedro, Nilson Diniz (PDT), diz que o assassinato de João do Povo foi uma “surpresa” e defende que a política surgiu como um canal para o debate democrático, que substitui ataques do gênero e o uso da violência física.

De acordo com o presidente da Aprece, em relação a Granjeiro foi feita uma solicitação direta ao governo do Estado, cobrando uma resposta mais rápida para solucionar o caso,

As entidades de classe trazem para o centro do debate a violência no campo político como forma de prevenção do avanço da criminalidade nesta área que já havia sido superada no Estado.

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