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Divergências internas diante das prévias do PSDB podem levar a uma revoada de tucanos do ninho

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As primeiras prévias nacionais da história do PSDB para a escolha do seu candidato ao Palácio do Planalto uma missão importante para sigla, dar visibilidade ao partido no debate sobre a construção de uma terceira via na disputa presidencial em 2022, contra a polarização entre Lula e Bolsonaro.

Líderes tucanos diante de várias divergências que a sigla vem acumulando ao longo o tempo deixa  temor de que o partido saia fraturado da votação marcada para o próximo domingo.

Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul e João Doria, governador de São Paulo, são os mais prováveis nomes para vencer a disputa. Seja qual for o vencedor das prévias terá de se deparar com uma questão central: a possibilidade de uma debandada de parlamentares tucanos, o que pode encolher a bancada federal do partido.

A revoada do ninho tucano deve ocorrer por uma série de fatores, desde os entendimentos das questões regionais, que são divergentes em várias regiões do País, preferências políticas, ressentimentos de brigas internas e questões ligadas a recursos financeiros.

Em conversas reservadas, quadros do PSDB calculam que até 15 dos 34 deputados federais podem deixar a legenda na janela de transferência partidária do ano que vem, período em que é permitido mudar de agremiação sem perder o mandato.

Seja quem for o escolhido das prévias do PSDB, não terá vida fácil pela frente.


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