/No Ceará, quatro prefeitos seguem afastados do cargo e em três municípios já tem eleição suplementar marcada

No Ceará, quatro prefeitos seguem afastados do cargo e em três municípios já tem eleição suplementar marcada

No Ceará quatro municípios continuam sendo administrado pelos presidentes das Câmaras aguardando o desfecho da Justiça para realização de uma espécie de segundo turno das eleições de 2020. Em três deles as eleições suplementares já foram marcadas e o outro aguarda o desfecho da terceira instância.

O Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) em sessão virtual, realizada no dia 21 de maio, aprovou as Resoluções nºs  817/2021 e 819/2021, que estabelecem o dia 1º de agosto de 2021 para realização das eleições suplementares para os cargos de prefeito(a) e vice dos municípios de Missão Velha e de Pedra Branca e normas para para a realização do pleito.

Em Missão Velha o prefeito Dr. Washington (MDB) e o vice tiveram registro indeferido pelo TRE-CE, a decisão foi mantida na instância superior, as eleições suplementares foram marcadas para o dia 1º de agosto, muito embora o novo presidente da Corte, Inácio de Alencar Cortez, tenha alertado que essas datas ainda podem ser alteradas de acordo com a evolução da pandemia no Estado.

A situação de Pedra Branca segue o mesmo roteiro, o prefeito Gois (PSD) e o vice por conta do indeferimento do registro de candidatura pelo TRE-CE e decisão mantida pelo TSE, que seguem em andamento na Corte, também já está com data marcada para eleição suplementar em 1º de agosto.

Outro município que tem dada marcada para realização de eleição suplementar é Martinópole onde o prefeito James Bel (PP) e seu vice tiveram registros deferidos pelo TRE-CE, contudo, a decisão foi revertida pelo ministro Alexandre de Moraes, do TSE, e seguirá com recurso ao STF, as eleições suplementares também estão marcadas para 1º de agosto.

Outro município que segue com prefeito e vice afastados do cargo é Viçosa do Ceará. O prefeito Zé Firmino (MDB) e o vice foram cassados em maio de 2021 por abuso de poder político nas eleições de 2020. A decisão foi mantida no TRE-CE e TSE, mas ainda seguem com recursos no Tribunal Superior Eleitoral.

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