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Testes para o coronavírus revelam uma fragilidade no combate a pandemia no Ceará

Um levantamento feito no Estado do Ceará demonstra que a falta de testes para a Covid-19 é um dos pontos frágeis no combate à doença. Além do isolamento social a capacidade de diagnosticar os pacientes são fatores fundamentais no combate a pandemia.

De acordo com o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems) do Ceará, o resultado desses exames pode chegar a 17 dias. Atualmente no Estado, pacientes de 68 municípios aguardam resultados.

A Secretaria de Saúde do Estado explica que tem trabalhado com critérios de prioridade. Os resultados dos exames dos pacientes internados nas UTIs e os pacientes das enfermarias,  ficam na frente na fila de espera. Caso haja procedimentos de transplantes, como doadores e receptores devem fazer o teste para a Covid-19 e esse resultado também tem preferência. Além deles, os óbitos também são prioridades para detecção do coronavírus.

Outra modalidade de prioridade são os pacientes que trabalham na Saúde e na Segurança. Pois, são grupos que atuam diretamente na linha de risco. No caso da Saúde, já existe pacientes afastados com sintomas, esses casos  precisam de diagnosticados com urgência, pois, são esses profissionais que atuam na linha de frente de combate ao novo coronavírus.

O governo do Estado prevê para hoje (30/03) a chegada de 50 mil testes no primeiro lote, de 350 mil que chegarão ao Ceará. Estes testes tem o resultado em minutos. Nesses testes rápidos são feitas coletas de uma pequena amostra de sangue que aponta se você está com a infecção aguda ou se você já teve. Diz se a pessoa tem anticorpos e também se está com a infecção, mas não diz se você está transmitindo ainda o vírus.

Mesmo com a chegada desses testes rápidos, eles ainda serão utilizados para as pessoas que tenham sintomas gripais e não será possível atender a toda a população.

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