/Brasil e Argentina se reencontram pela 1ª vez após semi polêmica; veja o que mudou de lá pra cá

Brasil e Argentina se reencontram pela 1ª vez após semi polêmica; veja o que mudou de lá pra cá

Não é exagero falar que um dos maiores protagonistas daquela partida não estará em ação desta vez. Não se trata de Daniel Alves, lateral-direito que brilhou na classificação brasileira, mas sim de um componente extra-campo: o VAR.

Alvo de críticas dos argentinos, em especial do craque Lionel Messi, que acabou sendo suspenso por três meses de jogos da seleção por detonar a Conmebol, o árbitro assistente de vídeo não será utilizado no jogo desta sexta-feira.

Outra diferença é em relação ao momento das equipes. Antes embalado, o Brasil vem em baixa, sem vencer desde o título da Copa América. Após levantar a taça no Maracanã, a equipe comandada por Tite perdeu para o Peru e empatou com Colômbia, Senegal e Nigéria.

A Argentina, por sua vez, encorpou após aquela eliminação e estão invictos desde então. Mesmo sem Messi, a seleção alviceleste conseguiu arrancar empate com a Alemanha, fora de casa, no mês passado, e golou México (4 a 0) e Equador (6 a 1).

Apesar do momento melhor que o do Brasil, o técnico argentino, Lionel Scaloni, não vê vantagem de sua seleção para o clássico desta sexta:

 Depois da Copa América, a maioria dos nossos jogadores teve mais partidas juntas, seguramente estão melhores, em outra situação. Mas, para mim, o fato de o Brasil não ganhar há quatro jogos não significa algo, não está em crise muito menos. Estamos mais consolidados como equipe, jogamos de uma maneira clara, quanto mais partidas tivermos, melhor. Os jogadores são os mesmos, isso nos dá tranquilidade de que sabemos muito bem o que temos que fazer.

Em relação à escalação, quem apresenta mais novidades é o Brasil. Eder Militão deve entrar no lugar de Marquinhos e Lucas Paquetá fica com a vaga de Coutinho no meio de campo. Assim como foi na Copa América, Neymar mais uma vez é desfalque por lesão. Ele será substituído por Willian, que na Copa América entrou apenas no segundo tempo, no lugar de Everton Cebolinha.

Já do lado argentino, é possível que Scaloni mude um pouco o desenho tático, avançando o lateral-esquerdo Acuña (ou Tagliafico) quando a equipe tem a bola, montando uma espécie de 4-3-3-, com Messi, Lautaro Martínez e Agüero na frente.

Antes do duelo pela Copa América, o último Brasil x Argentina havia sido justamente na Arábia Saudita, em outubro do ano passado. E também deu verde amarelo: 1 a 0, gol de Miranda. Vem mais nesta sexta?/ ge

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