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Confederal: a pedra no sapato de Eunício

Por mais que Eunício tente se desenvencilhar da Confederal, maiores são as evidências de sua ligação com a empresa. A revista digital, Crusoé, destacou nesta semana que o presidente do Congresso Nacional tem duas versões quando o assunto é a empresa de Vigilância e Transporte de Valores.

Quando indagado sobre sua ligação com a Confederal, Eunício diz que não é mais acionista da empresa. Quando se pergunta por que o mesmo se hospeda em um complexo luxuoso próximo ao mar verde-esmeralda da Flórida, que está no nome da Confederal, ele rapidamente muda a declaração, dizendo que ainda é acionista, mas a empresa já foi vendida, contudo, está aguardando a transação com a Prosegur que ainda não foi concretizada.

A construtora Odebrecht diz que o senador foi o destinatário de receber 2 milhões para atuar a favor de aprovação de medidas provisórias. Um dos delatores da empreiteira Claudio Melo Filho, aponta o sobrinho de Eunício, Ricardo Lopes Augusto, como um dos operadores do senador. Detalhe, Ricardo vinha administrando a empresa de Vigilância e Transporte de Valores LTDA.

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