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Desembargadores tomam posse e reforçam compromisso com a Justiça imparcial e democrática

Os desembargadores Henrique Jorge Holanda Silveira e Marlúcia de Araújo Bezerra, recém-empossados no cargo, destacaram o compromisso com a Justiça imparcial e democrática. A solenidade ocorreu na tarde desta sexta-feira (13/07), no Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), em Fortaleza.

Após assumir o compromisso, o desembargador Henrique Holanda fez breve histórico dos 25 anos como juiz. “Pude vivenciar experiências e agregar conhecimentos que considero indispensáveis ao bom desempenho das novas e desafiadoras atribuições que agora se iniciam.”

Desse período, em 18 anos esteve à frente de Tribunal do Júri. “Talvez uma das faces mais democráticas do Poder Judiciário e que se desincumbe de uma das mais delicadas de suas missões: julgar aqueles que cometem crimes dolosos contra a vida, o mais fundamental e sagrado dos direitos”.

O magistrado agradeceu a todos que “foram fundamentais para a superação dos desafios, para o resgate das energias e que sempre me incentivaram a buscar crescer cada vez mais”, disse ao fazer menção à família, a membros do Pleno do TJCE e a servidores da Justiça.

Ao final, renovou o “compromisso de julgar com imparcialidade, dando a cada um o que é seu, de maneira igualitária e em observância à Constituição e às leis que regem o convívio social, colocando-me à disposição desta Corte para colaborar com o seu engrandecimento e fortalecimento contínuos”.

Depois, foi a vez do discurso de posse da desembargadora Marlúcia Bezerra. Ela embrou os 34 anos dedicados à magistratura e destacou a felicidade de ascender ao cargo de desembargador. Citou a atual gestão do TJCE “como protagonista de grandes mudanças que vivenciamos no nosso Judiciário”, reconhecimento que estendeu também aos demais membros da Corte.

Em seguida, agradeceu à família, a professores do curso de Direito, a amigos desembargadores aposentados, a juízes e a servidores. Ela ressaltou que tem a perspectiva para o futuro de continuar na luta para a superação dos novos desafios que estão por vir. “De minha parte e de minha equipe, jamais faltarão o empenho profissional, a vontade e a retidão de conduta necessários para continuar fazendo deste Tribunal uma instituição cada vez mais egrégia.”

Na conclusão, externou a felicidade desse momento. “Assumo este novo cargo despida de qualquer sentimento de soberba, mas com a vaidade de quem é feliz, por fazer abraçado, por vocação, a judicatura, função que, vivida e praticada com firmeza de caráter, sabedoria e independência, rende bons frutos, principalmente ao jurisdicionado – nossa verdadeira razão de ser”.

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