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Nova Russas: prefeitura gastou aproximadamente meio milhão com serviços de advogados

A prefeitura de Nova Russas insiste na inversão de prioridades para o município. No ano passado, a gestão gastou mais com diárias do que os municípios de Fortaleza e Sobral, cidades com população e arrecadação infinitamente superiores.

Agora, a inversão de prioridades de gastos no município vem da área jurídica, em que no ano de 2017 e nos primeiros meses de 2018 já gastou com serviços advocatícios, até aqui, a quantia de R$ 416,1 mil reais.  

O município mesmo contando com os serviços da Procuradoria ainda contrata outros escritórios para auxiliar nas causas jurídicas municipais. Para justificarmos os valores gastos, comprovados no Portal da Transparência,  a contratação de advogados para prestação de serviços jurídicos, pagou a Bonfim Advogados e Associados, R$ 190,8 mil  a Chaves e Chaves advogados e Consultores S/C R$ 117,2 mil, a Sousa e Silva Advogados e Associados R$ 101 mil e a Sousa e Madeiro Advogados e Associados R$ 7 mil reais.

Enquanto isso, nas redes sociais, são publicados vídeos de moradores limpando as ruas da cidade que estão sendo tomadas pelo mato e as ruas e avenidas com iluminação precária em virtude da falta de serviços públicos prestados com qualidade.

Como a gestão conta com a maioria dos vereadores na Câmara, as sessões do parlamento não são transmitidas para o povo e o prefeito nunca vai aos meios de comunicação prestar contas dos gastos públicos, a população continua sendo penalizada pela falta de investimento em setores prioritários.

Já estamos no segundo ano da gestão e até agora foram inauguradas duas obras na área da Saúde, o Centro de Saúde, que foi uma oba iniciada ainda na gestão da ex-prefeita Iranede Veras e o Posto de Saúde do Pantanal, iniciado na gestão do ex-prefeito Gonçalo Diogo. Mesmo considerando que todo investimento na área da saúde seja louvável, não podemos fechar os olhos para o óbvio. Até agora, não temos nenhuma obra inciada e finalizada nesta gestão, o que explica o fato do mal gerenciamento dos recursos públicos na inversão de prioridades. Neste ano, já entraram quase 10 milhões de reais nos cofres públicos e poucos são os resultados apresentados a população.

(Foto: reprodução)

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